segunda-feira, 5 de junho de 2023

Setecentos anos atrás, uma freira foi enterrada viva nas paredes de uma casa. Recentemente, aluguei esta casa e cometi o erro de procurar por seus restos mortais

Há setecentos anos atrás, uma freira chamada Irmã Margarida foi enterrada viva nas paredes de uma casa abandonada. Ela havia sido condenada à morte pelo crime de bruxaria, acusada injustamente pelas autoridades locais.

Durante todos esses anos, a casa foi mantida intacta e devido à sua história sinistra, muitos evitavam se aproximar dela. No entanto, eu decidi alugar a casa e logo me arrependi do meu erro.

Eu sempre tive uma forte curiosidade pelo desconhecido e entrando naquela casa, senti que havia algo a ser descoberto. Sem demora, decidi procurar pelos restos mortais da Irmã Margarida.

Foi uma busca difícil, uma vez que a casa era bem grande e havia muitos lugares para procurar. Era como se algo ou alguém estivesse me observando o tempo todo, tornando a tarefa quase impossível.

Finalmente, encontrei o que estava procurando. Ao remover uma parede, encontrei uma pequena câmara com ossos humanos dentro. Eu não tinha certeza se eram realmente os restos mortais da freira, mas algo me dizia que sim. Foi então que tudo começou a dar errado.

Depois de encontrar os ossos, aconteceram coisas estranhas. Sons estranhos foram ouvidos em toda a casa, objetos se moviam sozinhos e as luzes piscavam. Comecei a sentir que não estava sozinho naquele lugar, como se algo ou alguém estivesse me observando constantemente.

Foi então que descobri que estava sendo assombrado pela Irmã Margarida. Ela estava com raiva por ter sido enterrada viva e agora queria vingança contra quem se aventurasse em sua casa.

Eu sabia que deveria fugir, mas algo dentro de mim me impulsionava a ficar e enfrentar o terror. Com coragem, lutei contra a energia maligna em busca de minha própria sobrevivência.

Depois de uma longa batalha, acabei escapando da casa mas não antes de sentir que algo havia me seguido para o mundo exterior. Eu sabia que a Irmã Margarida havia encontrado um novo hospedeiro para continuar sua vingança pelo que havia lhe sido feito. Desde então, evito passar perto daquela casa, temendo que ela esteja esperando por mim.

Desde aquela noite aterrorizante, minha vida nunca mais foi a mesma. A presença opressiva da Irmã Margarida continuava presente em meus pesadelos e eu sabia que ela ainda me observava de longe. Eu, porém, não podia deixar que isso me derrubasse. Eu precisava seguir em frente.

Mas, à medida que os dias passavam, coisas estranhas continuavam a acontecer dentro da minha casa. Algumas vezes, eu sentia uma presença fria e pesada mesmo quando estava sozinho em casa. Outras vezes, o ar parecia pegajoso e difícil de respirar. Às vezes, até mesmo minha gata parecia ter medo de um canto escuro da sala.

Eu decidi procurar ajuda. Comecei a pesquisar sobre reais casos de exorcismo e descobri que havia um padre bem próximo dali, que acreditava na existência de tais forças malignas. Foi então que marquei uma reunião com ele.

O padre Tadeu parecia ter muita experiência no assunto. Ele me ouviu atentamente e fez uma oração de proteção em meu apartamento. Senti uma paz duradoura e boa vontade depois da visita dele.

Mas, durante a noite, ouvi um som pesado dentro do meu armário. Estava tão alto que parecia que a porta iria se quebrar. Corri abrir a porta só para ver que dentro dele estava a imagem de nossas mães pintadas como espíritos demoníacos. Depois do susto e me acalmei, percebi que uma delas era muito parecida com a Irmã Margarida.

Seria a Irmã Margarida ainda querendo chegar à meu coração? Cortex que eu estava tendo paranóia e decidi que não podia me dar ao luxo de acreditar em coisas que não podiam ser comprovadas.

Nos dias que se seguiram, não houve mais nenhum sinal de presença maligna no meu apartamento. Pela primeira vez, eu pude respirar fundo e relaxar um pouco. Estaria tudo realmente resolvido?

No domingo seguinte, eu saí para almoçar com uns amigos na cidade próxima. Ao passar pela praça central, notei algo estranho. Uma mulher muito esquisita olhava para mim fixamente na praça. Não havia mais ninguém na praça, apenas nós dois.

Ela se aproxima e me segura pelo braço. "Tua mãe foi minha irmã. É a Irmã Margarida que quer falar com você", disse ela. Senti um ar frio no pescoço e me arrepiei da cabeça aos pés.

"Não posso fazer isso", disse eu. "Não posso falar com a morta."

"Posso ajudá-lo", ela disse. "Mas não posso fazer nada por você se você não me ouvir".

Eu não sabia mais o que fazer. A mulher não parecia disposta a deixar-me em paz. Eu não queria lidar com tudo isso de novo. Era hora de tomar uma decisão final: lutar ou fugir.

Eu escolhi lutar. Eu precisava encerrar esse ciclo e seguir em frente com a minha vida. A Irmã Margarida não iria mais me assombrar de novo. E assim foi. A história ficou para trás e nunca mais eu tive notícias dela.

Com o tempo, consegui me libertar do medo e construir uma vida nova. Ainda havia momentos em que me lembrava da Irmã Margarida e das coisas estranhas que aconteceram no passado, mas eu não deixava que isso me dominasse mais.

Eu finalmente comecei a viver novamente. Conheci pessoas incríveis, me apaixonei, viajei. Eu aprendi a apreciar as pequenas coisas da vida e a ser grato por cada dia.

No entanto, a experiência deixou uma marca em mim. Eu nunca mais pude visitar os corredores escuros de uma igreja sem lembrar do passado. Ainda tinha pesadelos recorrentes, mas nada que eu não pudesse superar.

Eu sabia que a vida não estava livre de desafios e perigos, mas agora eu tinha a experiência e a determinação para superar qualquer coisa. Eu finalmente consegui me libertar do passado e seguir em frente.

E enquanto eu caminhava em direção ao pôr do sol, senti uma brisa quente no rosto e soube que tudo iria ficar bem.

Eu continuei a caminhar pela estrada, respirando profundamente o ar fresco da natureza. O sol começou a desaparecer no horizonte, pintando o céu de laranja e rosa.

De repente, ouvi um barulho atrás de mim. Eu me virei e vi uma figura estranha se aproximando. Era uma senhora idosa, vestida com roupas pretas, com um olhar que parecia me atravessar.

Eu me encolhi, mas ela simplesmente sorriu e me cumprimentou. Eu não conseguia falar, apenas balancei a cabeça em resposta.

A senhora começou a conversar comigo, perguntando sobre minha vida e meus planos para o futuro. Eu tentava responder da melhor forma possível, embora o medo ainda estivesse presente.

Mas, aos poucos, a senhora foi me deixando mais à vontade. Ela falou sobre sua vida, sobre sua família, sobre os amigos que já foram embora. E eu comecei a me identificar com ela, sentindo uma empatia profunda.

Quando ela finalmente se despediu, eu estava grato por ter conhecido aquela senhora. Eu percebi que a vida é cheia de encontros, e que podemos aprender algo de cada pessoa que conhecemos.

Eu continuei minha caminhada, sentindo uma sensação de paz e liberdade. Eu sabia que havia superado meus medos do passado, e que estava pronto para enfrentar o que viesse a seguir.

E assim, caminhei em direção ao futuro, com a sensação de que nada poderia me impedir.

domingo, 4 de junho de 2023

O Exorcista Interdimensional

A escuridão tomava conta do beco escuro onde eu tinha chegado. Eu era um detetive de homicídios experiente, mas aquela cena deixou meu estômago embrulhado. O sangue misturado com as marcas de violência eram evidências de um crime brutal. Enquanto eu analisava as provas, algo estranho começou a acontecer dentro da minha própria cabeça.

Uma voz sussurrou meu nome. No início, achei que fosse alguém me chamando, mas percebi que estava sozinho ali. Confuso, ignorei e continuei a analisar as evidências. Mas a voz insistiu. Dessa vez, mais forte. Parecia vir de lugar nenhum, mas estava dentro da minha cabeça.

Não sabia o que fazer. Eu tentava me concentrar, mas a voz, cada vez mais intensa, me fazia sentir arrepios. Comecei a me perguntar se estava ficando louco. Afinal, como alguém poderia estar dentro da minha cabeça?

Foi então que percebi que meu pensamento começou a se tornar confuso. Comecei a mexer minhas mãos e a falar coisas sem sentido. A voz sussurrava em minha cabeça, me controlando de uma maneira que eu nunca experimentei antes.

Eu queria gritar por ajuda, mas estava completamente sozinho no meio daquele beco escuro. Numa fração de segundos, eu senti uma presença estranha atrás de mim. Então, a voz que tanto me atormentava, disse uma única palavra: "Fique em silêncio".

De repente, um vulto saiu das sombras e avançou sobre mim. Tudo começou a girar, e eu perdi a consciência. Quando acordei, estava em uma cama de hospital, cercado por médicos e enfermeiras.

Mas a voz ainda ecoava em minha cabeça, sempre sussurrando e me lembrando daquela noite terrível no beco. E eu sabia que, por mais que tentasse, aquilo não me deixaria tão cedo.

Durante os dias seguintes, eu tentei ignorar aquela voz que sussurrava em minha mente, mas parecia impossível. Meus pensamentos estavam sempre confusos, e eu perdia o controle da minha própria mente com frequência. Eu sabia que algo terrível tinha acontecido naquela noite, e que eu não era mais o mesmo.

Ainda deitado na cama do hospital, eu tentava recordar tudo o que tinha acontecido. Mas as lembranças eram confusas e obscuras. A única coisa que eu conseguia lembrar era daquela voz, e como ela tinha me controlado.

Até que, de repente, eu ouvi a voz novamente. Era diferente dessa vez, sussurrando uma mensagem clara e assustadora: "Eu estou dentro de você".

Eu comecei a gritar por ajuda, mas a voz continuou a sussurrar em minha mente. Comecei a sentir que algo tentava sair de dentro de mim, algo que eu não conseguia controlar. Eu estava apavorado.

Assim que os médicos chegaram, eu senti meu corpo tremendo incontrolavelmente. Naquele momento, algo irrompeu do meu corpo. Uma criatura bizarra, com dentes afiados e garras ameaçadoras, escapou de dentro de mim e fugiu pela janela do quarto.

Foi então que eu percebi que, durante a investigação daquele crime brutal, eu tinha sido possuído por uma entidade maligna. Eu tinha sido usado para cumprir os planos macabros daquele ser sobrenatural.

Eu sabia que, depois daquele episódio, nada seria como antes. Eu tinha lutado contra o mal, mas também tinha sido corrompido por ele. Agora, meu objetivo era fazer com que essa criatura jamais encontrasse um novo hospedeiro. Eu seria o guardião das sombras, lutando incansavelmente para evitar que outras vidas fossem assombradas pelo mal que eu tinha enfrentado.

Depois de minha experiência traumática, decidi dedicar minha vida à investigação do paranormal e ao combate do mal que assombra nossas vidas. Aprendi tudo o que podia sobre o comportamento das entidades sobrenaturais e sobre como elas agem.

Eu também comecei a treinar meu corpo e minha mente para estar sempre pronto para o combate. Aprendi artes marciais, técnicas de meditação e sacralizei meus objetos pessoais para que absorvessem a energia positiva que eu precisava para lutar contra as forças das sombras.

Por anos, percorri o mundo investigando casos paranormais e ajudando aqueles que eram afetados pelo mal. Com o passar do tempo, desenvolvi habilidades paranormais que me ajudavam a encontrar e lidar com as entidades maléficas.

E, apesar das dificuldades e perigos que encontrei em minha jornada, sempre mantive a esperança de que um dia conseguisse purificar minha alma e libertar-me da entidade que me assombrava.

E finalmente, após anos de luta, consegui purificar meu corpo e minha mente das sombras. Fui capaz de livrar-me da entidade que habitava meu ser, mas ainda assim, sei que minha batalha contra o mal não acabou.

Hoje, sou um guardião das sombras, sempre alerta e pronto para lutar contra as forças paranormais que ameaçam nossa existência. Creio que minha experiência serviu como um lembrete de que a escuridão do mundo pode se esconder em lugares inesperados, e que precisamos estar sempre preparados para enfrentá-la.

Não sei o que o futuro reserva, mas sei que continuarei a lutar contra o mal que atravessa as dimensões, protegendo os indivíduos que se encontram em apuros. Este é o meu destino e a minha missão de vida.

Às vezes, fico pensando se a minha experiência foi um castigo ou uma bênção. Mas, independentemente da resposta, eu tenho gratidão por ser capaz de ajudar as pessoas da maneira como faço. Minha história é uma advertência de que cada um de nós é responsável por nossa própria escuridão e que precisamos estar sempre vigilantes e prontos para lutar contra ela. E, para aqueles que precisam da minha ajuda, estou sempre aqui.

Embora possa parecer que a escuridão ocupa um lugar maior no mundo, eu acredito que a força do amor, da bondade e da compaixão são muito mais poderosas. Se cada um de nós puder iluminar uma pequena parte do mundo em que vivemos, então as sombras não terão escapatória.

A Idosa

Eu estava voltando para casa depois de um turno noturno no hospital quando meu carro quebrou em um trecho deserto da estrada. Eu estava a quilômetros de distância da civilização e meu telefone não tinha sinal. Eu estava preso.

Enquanto estava sentado em meu carro, sentindo-me impotente, vi uma velha caminhando pela estrada em minha direção. Ela parecia frágil e cansada, e senti pena dela. Baixei a janela e perguntei se ela precisava de ajuda.

A mulher sorriu para mim, e pude ver que lhe restavam apenas alguns dentes. Ela disse que morava perto e se ofereceu para me deixar passar a noite na casa dela enquanto eu esperava o guincho.

Eu estava hesitante, mas não tinha outra opção. Saí do carro e a mulher me conduziu por um caminho estreito que levava a uma casinha em ruínas.

A casa da mulher era velha e mofada, e me senti desconfortável assim que entrei. A mobília era velha e gasta, e as paredes estavam cobertas de papel de parede desbotado. Percebi que não havia fotos de família ou pertences pessoais na casa - era como se a mulher morasse sozinha.

Eu estava exausto e a mulher me ofereceu um quarto para descansar. Deitado na cama, pude ouvir barulhos estranhos vindos do resto da casa. Parecia que alguém estava se movendo, mas quando me levantei para investigar, não havia ninguém lá.

Tentei dormir, mas não conseguia me livrar da sensação de estar sendo observado. A casa parecia viva, como se escondesse segredos em suas paredes. Eu estava com medo, mas não queria ser rude com a velha que me ofereceu um lugar para ficar. Decidi resistir e tentar descansar um pouco.

Mas então ouvi um grito horripilante vindo de fora do meu quarto. Eu pulei da cama e corri em direção ao som. Encontrei a velha caída no chão em uma poça de sangue, com a garganta aberta.

Fiquei horrorizado e corri de volta para o meu quarto para pedir ajuda, mas meu telefone havia sumido. Procurei na casa inteira, mas não encontrei. Percebi que estava preso em casa com um assassino e precisava encontrar uma maneira de escapar.

Eu revistei a casa novamente, procurando por qualquer pista ou arma que pudesse me ajudar. Foi quando encontrei uma porta escondida no porão. Isso levava a uma sala secreta, cheia de bonecas antigas assustadoras e livros velhos empoeirados.

Ao vasculhar a sala, encontrei um diário que pertencia à velha. Continha entradas perturbadoras sobre sua queda na loucura e como ela havia matado sua própria família e vizinhos para agradar uma entidade demoníaca com a qual ela havia feito um acordo.

Eu soube então que tinha que sair de casa o mais rápido possível. Subi as escadas, mas fui emboscado pelo assassino. Era a velha, ainda viva e empunhando uma faca ensanguentada.

Lutamos, mas consegui dominá-la e fugir de casa. Corri o mais rápido que pude e, por fim, tropecei em uma estrada onde um carro que passava me pegou e me levou para um local seguro.

A polícia investigou a casa da velha e encontrou evidências que a ligavam a vários assassinatos não resolvidos na área. Tive sorte de ter escapado com vida, mas as lembranças daquela noite aterrorizante me assombram desde então. Agora tenho um medo profundo de casas velhas e abandonadas e dos horrores que elas podem conter.

Enquanto está preso no metrô infinito, o maior inimigo pode ser microscópico

Eu sempre tive medo de andar de metrô, mas naquela noite eu não tinha escolha. Precisava chegar em casa rapidamente e o metrô era o meio de transporte mais conveniente.

Entrei no trem vazio e me acomodei em um dos bancos. No início, tudo parecia normal. Mas, depois de algumas estações, percebi que o trem não estava seguindo o caminho habitual. Ele parecia estar indo em círculos, sem parar.

Tentei procurar por uma saída, mas todas as portas estavam trancadas. De repente, percebi algo se movendo em minha perna. Uma pequena criatura, tão pequena que eu mal conseguia ver, estava subindo pela minha calça.

Tentei me livrar dela, mas ela parecia impossível de ser capturada. E então, percebi que haviam dezenas delas, se movimentando por todo o meu corpo. Comecei a entrar em pânico, tentando esmagá-las com minhas mãos, mas elas eram rápidas demais.

Foi quando eu percebi que essas criaturas eram microscópicas e vinham de um lugar que eu não conseguia ver. Eu estava preso em um metrô infinito com uma infestação invisível, sem nenhuma maneira de escapar.

O terror se apossou de mim enquanto as criaturas continuavam a se mover pelo meu corpo. Eu tentava gritar, mas minha voz parecia ter fugido de dentro de mim. Eu estava sozinho e preso, lutando contra um mal invisível.

O trem continuou a circular pela noite, enquanto eu ficava preso em um pesadelo sem fim. Uma lição que nunca esquecerei é que, enquanto estamos presos em um lugar, o maior inimigo pode ser algo tão pequeno e invisível que nossos olhos não conseguem ver.

Finalmente, o trem parou em uma estação desconhecida e as criaturas desapareceram. Eu estava coberto de suor e estremecendo, mas felizmente, consegui me libertar daquele pesadelo.

No dia seguinte, descobri que as criaturas eram alguns tipos de ácaros invisíveis que se espalham em locais fechados, como o metrô. A experiência me ensinou que devemos sempre estar atentos ao que está ao nosso redor, especialmente em lugares fechados e aglomerações, onde doenças e infestações podem se proliferar. 

Desde então, evito andar de metrô sempre que possível e mantive uma higiene mais rigorosa em minha vida. A lição que aprendi naquela noite foi valiosa, mas também me deixou marcado para sempre pelo medo e pela incerteza.

Apesar do medo que a experiência me causou, eu não deixei que isso me paralisasse por completo. Como resultado, comecei a me preparar melhor para me locomover em locais fechados e com grande circulação de pessoas, como o metrô.

Desde aquele dia, sempre levo comigo um pequeno frasco de álcool em gel e lenços umedecidos para usar quando necessário. Também evito tocar em superfícies que pareçam sujas ou mal higienizadas e sempre lavo as mãos quando possível.

Após alguns meses, comecei a me sentir mais seguro dentro de transportes públicos e locais com grande aglomeração de pessoas. Além disso, comecei a valorizar mais a minha saúde e a tomar medidas preventivas para me manter saudável.

A experiência que tive no metrô naquela noite pode ter sido aterrorizante, mas também me ensinou a importância da higiene pessoal e a estar sempre preparado para situações imprevisíveis. Agora, posso me locomover tranquilamente sem deixar o medo me impedir de realizar minhas atividades.
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Escritor do gênero do Terror e Poeta, Autista de Suporte 2 e apaixonado por Pokémon